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Valmir Prascidelli

É deputado federal pelo PT-SP, eleito para a 55ª legislatura (2015/2018).

É membro da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania - CCJC e da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público - CTASP. Também foi indicado pelo partido para integrar a CPI da Petrobras. É integrante do Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara dos Deputados - CEDES e do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara.

Bacharel em Direito, faz parte de uma nova geração de lideranças do PT.

Eleito em 2012 vice-prefeito de Osasco, a 4ª cidade com maior PIB (Produto Interno Bruto) do Estado e a 11ª do país, ocupou o cargo até sua posse como deputado.
Foi vereador em Osasco (2009/2012), onde foi líder do governo, presidente da comissão de economia e finanças e membro da comissão de constituição e justiça. Foi secretário de esportes em Osasco (2007/2008) e de habitação no município de Embu das Artes (2001/2002).

Também foi Presidente da CEAGESP - Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (2003/2005), a maior central de abastecimento da América Latina e a terceira maior do mundo.
Iniciou sua participação política na juventude com intensa militância, como estudante e metalúrgico, nos movimentos popular e sindical, além de ter participado das fundações do PT e da CUT.

Foi da direção estadual e da coordenação do departamento dos metalúrgicos da CUT-SP.

No PT, foi presidente do Diretório municipal de Osasco e Coordenador da Macrorregião Osasco.


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Mulheres contra o golpe: Talk Show debate retrocessos de Temer

20/06/2016

Evento em São Paulo reuniu mulheres do PT e da CUT para falar da agenda de luta contra o golpe: 'Volta Dilma deve ser palavra de ordem', afirmaram

A redução das desigualdades no Brasil está em risco com o golpe articulado por Michel Temer (PMDB) para tirar a presidenta eleita Dilma Rousseff do Executivo. Isto porque, após assumir provisoriamente o governo, o interino promoveu mudanças que representam um retrocesso para pobres, mulheres, negros e LGTBs. Este foi o alerta feito pelas mulheres que participaram do “Talk Show Junino: Mulheres contra o golpe”, realizado pela Secretaria Estadual de Mulheres do PT de São Paulo, na noite de quarta-feira (15).

A ministra de Política para Mulheres do governo Dilma Eleonora Menicucci participou da conversa. Para ela, este golpe tem caráter “eminentemente misógino” porque, para a cultura machista, é insuportável ter uma mulher mandando em muitos homens. Ela relatou que chegou a aconselhar a presidenta sobre a necessidade de colocar ainda mais mulheres no alto escalão do governo e afirmou que o protagonismo das mulheres têm sido essencial na política recentemente.

“Dilma ganhou sua reeleição com voto feminino”, argumentou, citando que não tem ido a “nenhum evento com mulheres que tenha menos de 10 mil mulheres”. “Isto é extraordinário”, reforçou.

Para Eleonora, o golpe começou quando oposicionistas gritaram palavras ofensivas e de teor sexual contra Dilma na abertura da Copa do Mundo. “O golpe representa um golpe contra a democracia. Vai contra uma batalha secular de conquista do direito ao voto. Tirar da Presidência a primeira mulher reeleita caracteriza o machismo e sexismo do golpe”.

Segundo a ministra, o golpe quer retrocesso nas políticas das mulheres e, por isto, é fundamental lutar pelo restabelecimento do Estado de direito. De outra forma, a história das mulheres, da luta pelo direito ao voto, será jogada no lixo, analisa.

Uma das participantes, Ana Estela Haddad, coordenadora da São Paulo Carinhosa, enfatizou as mudanças feitas pelo governo golpista, que “marcam a diferença de projeto de país que está em jogo”. A solução, segundo ela, é a união.

Outra intervenção da noite foi feita pela secretária de Política para Mulheres da Cidade de São Paulo, Denise Mota Dau. Para ela, é fundamental ter uma secretaria de política para as mulheres porque existem desigualdades no mundo do trabalho, vulnerabilidade à violência, e os indicadores sociais estavam melhorando com as políticas universais de inclusão social implementadas desde o primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Ao mencionar que a gestão de Fernando Haddad (PT) criou a Secretaria Municipal de Política para as Mulheres, Denise se mostrou preocupada com a extinsão desta instituição em âmbito federal por Temer. “Se a gente não tiver políticas específicas, não vamos conseguir superar as dificuldades causadas pelo tripé gênero, classe e raça. São só políticas específicas que combatem a desigualdade”, criticou.

“Se antes tínhamos um parlamento conservador e um governo progressista que resistia, hoje temos um parlamento conservador e um governo conservador que dialoga com estas pautas”.

Para a vereadora de Osasco Mazé Favarão (PT), neste momento, é importante reforçar que o lugar das mulheres é nas ruas.”É nas ruas que a gente vê quanto faz falta nossa presidenta. Precisamos compreender que nossa luta quase de morte é contra o capital. Nesta luta, nós mulheres somos vanguarda. Contra a carestia, pelo fim da ditadura. estes movimentos tinham mulheres à frente ou ao lado na luta”.

A secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Junéia Martins, afirmou que o golpe é também motivado pelo sucesso das políticas de superação das desigualdades.

“Sou da classe média do Nordeste. Tinha gente que ia na porta da minha casa pedir comida. Hoje, ninguém mais vai pedir comida na porta de casa. Hoje as pessoas querem dignidade, e é isto que incomoda”, relatou Vívian Farias, da Executiva Nacional do PT.

Já na opinião da Secretária Municipal de Mulheres do PT, Juliana Borges, este foi um golpe orquestrado com objetivo de barrar avanços progressistas na América Latina. Citou o golpe de Estado no Paraguai, que derrubou o presidente Fernando Lugo em 2013. “Cada vez fico mais convicta de que há interesse em tirar a soberania da América Latina”. Para ela, a solução é que setores progressistas resistam conjuntamente.

A Secretária Estadual de Mulheres do PT-SP, Marta Domingues afirmou que é preciso fortalecer a confiança nas mulheres, principalmente nas mulheres jovens que estão nas ruas. “O compromisso deste governo golpista não é com o povo. São corruptos que vieram assaltar o Estado brasileiro“.

A Secretaria Nacional de Mulheres do PT, Layse Moriére, acredita que o golpe começou em 2003 e vem se acirrando. “É um golpe de classe, de raça e de gênero. É um recado: vocês não podem ser presidente do Brasil, ou governador, ou prefeito. Ainda bem que o PT tem neste ano várias candidatas disputando as prefeituras”.

Ela afirmou ainda que a paridade de gênero é real no PT e foi construída com muita luta. “Tiramos homens, porque não aumentou o número de vagas no Diretório”. Encerrou sua participação reforçando que “volta, Dilma” deve ser a palavra de ordem.

Por Daniella Cambaúva da Agência PT de Notícias

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